Este artigo analisa como algumas línguas tornaram-se "internacionais" e cita exemplos da promoção e legitimação da língua mais difundida: o inglês. O tema dos direitos linguísticos equitativos é abordado com relação à prática do multilinguismo em organizações supra-estatais, a Sociedade das Nações e as Nações Unidas e na maior e mais ambiciosa união de estados: a União Européia. É possível pensar alternativas a um sistema que utiliza um pequeno número de línguas oficiais e que, portanto, confere, sobre uma base injusta, direitos a pessoas de diversas línguas. O artigo observa que as línguas internacionais impõem-se às línguas nacionais de formas que não condizem com os princípios dos direitos humanos.
Robert Phillipson - Traduzido por Reinaldo Ferreira
Fonte: UEA - Universala Esperanto-Asocio